A Alina Moreira
A Vilma Sanhá
A Ana Sofia Lopes
A Ana Francisca Lopes
E o muito digno representante dos rapazes,

O Eduino Silva


Realização: Steven Spielberg. Argumento: Melissa Mathinson. Fotografia: Allen Daviau. Efeitos Especiais Visuais: Industrial Light and Magic. Supervisor dos Efeitos Visuais: Dennis Muren. Montagem: Carol Littleton. E.T. criado por: Carlo Rambaldi. Música: John Williams. Intérpretes: Dee Wallace (Mary), Henry Thomas (Elliot), Peter Coyote (“Keys”), Robert MacNaughton (Michael), Drew Barrymore (Gertie), Sean Frye (Steve), Tom Howell (Tyler), etc.

Foi numa sessão privada, para profissionais e, pelo que ela nos contou, nem os adultos resistiram à magia do filme e desataram a bater palmas quando as bicicletas dos miúdos levantam vôo durante a fuga que permite o regresso do pequeno extraterrestre a casa.


Gostei do filme porque era fixe. A minha parte favorita foi quando o John Mohune
Eu gostei do filme porque o filme era muito fixe e tinha muita aventura. A minha parte favorita foi quando o John Mohune estava a fugir dos soldados. Eu gostei das personagens do John Mohune e do Sr. Fox porque os actores sabiam interpretar as suas personagens. Neste filme não gostei de quando a mulher se estava a exibir muito para o Sr. Fox. Gosto de filme de aventuras porque são muitos excitantes. Achei que a realização do filme era fantástica.
Gostei do filme porque tinha muita aventura. A minha parte favorita foi quando os soldados perseguiram o sr.Fox. Eu gostei da personagem do Sr.Fox porque o actor interpretava-o bem e gostei da personagem do John Mohune porque o actor entrava bem na pele da personagem. Neste filme não gostei de quando uma mulher estava a dançar e fazia-se de dificil à frente do Sr.Fox. Eu gosto de filmes de aventuras porque são muito exitantes. Achei que o melhor actor deste filme era o sr.Fox e que a realização do filme foi fantástica.

Comentário de Ana Sofia Lopes: Eu gostei de tudo. Dos filmes, da apresentação, as indicações do espaço, das criaturas e das pessoas dela.
Eu gostei do filme "Charlot Boémio" porque é um filme muito engraçado. A minha parte favorita foi quando o Charlot chegou à porta de casa e não encontrou a chave. Saltou a janela, entrou em casa quando encontrou as chaves saiu outra vez pela janela.
Iniciámos ontem as nossas idas à Cinemateca Júnior, que está a funcionar no Palácio Foz, na Praça dos Restauradores. Antes das 14h30, hora marcada para o encontro, lá chegaram a Ana Francisca, a Ana Sofia, o Alessandro, a Alina, o Ruben, a Vilma acompanhados pela Dirce e pela Surraia. A Carmo e o Eduino tinham chegado um bocadinho antes. A Iolanda, o Fábio e o Francisco (as melhoras para ele, que está doente), só poderão juntar-se a nós a partir da próxima semana.
Fomos recebidos pela Teresa, pela Simona, pela Neva e pela Mariana, que nos deram as boas vindas e explicaram o que vamos fazer ao longo desta pequena iniciação, que durará cinco semanas, na história do pré-cinema. Logo no hall de entrada, conhecemos a reprodução da lua do primeiro filme de ficção científica da história do cinema, “Voyage a la Lune”, realizado por George Méliès.
A Teresa sugeriu que, de seguida, subissemos aos bastidores do palco com ecrã da Sala dos Cupidos, onde se projectam os filmes deste museu do cinema para os mais novos. É uma sala muito agradável, com puffs – muito diferente de uma sala de cinema convencional – onde, depois de nos instalarmos confortavelmente, assistimos à primeira sessão pública de cinema. Aconteceu em 28 de Dezembro de 1895, sabiam?
Aprendemos que antes dessa data já faziam filmes mas não se conseguia projectá-los. Foram dois irmãos gémeos franceses – os Lumière – que, com o seu cinematógrafo, criaram o espectáculo cinematográfico. Em conversa muito participada identificámos algumas das diferenças entre estes filmes – chamados então vistas cinematográficas - e os filmes actuais. Vimos logo uma das principais diferenças: eram a preto e branco. Depois também notámos que eram mudos e que eram realistas - retratavam a vida das pessoas. Constatámos ainda que eram muito mais curtos que os filmes de longa metragem que vemos actualmente no cinema…
Quando descemos para a Sala dos Cupidos – a sala de cinema que, em 1908, era a sala de cinema mais luxuosa de Lisboa e se chamava Salão Central – ainda espreitámos um kinetoscópio de Edison (funciona com moedas) antes de conhecermos a Antónia Fonseca, que escolheu alguns filmes para nós vermos.
Durante a projecção destes filmes, uma pianista, a Catherine, fez o acompanhamento musical. A nossa visita desta semana terminou com o visionamento de “Charlot Boémio”, que nos fez rir muito.
Para a semana, já sabemos, vamos ver o “Aniki Bóbó”, um filme sobre os meninos da Ribeira, realizado já há muitos anos – quando o cinema ainda era a preto e branco – pelo Manoel de Oliveira. Está prometido que também vamos conhecer melhor um espectáculo de lanterna mágica. Entretanto, da nossa parte, prometemos que durante esta semana vamos escrever sobre o que gostámos mais ou não gostámos nada. Também vamos começar o nosso clube da crítica…28 de Novembro: Aniki Bóbó de Manoel de Oliveira
5 de Dezembro: O Tesouro de Barba Ruiva de Fritz Lang
12 de Dezembro: Les Vacances de M. Hulot de Jacques Tati
18 de Dezembro: ET de Steven Spielberg